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miercuri, ianuarie 13, 2010

TI Verde é mais do que eficiência energética

Impulsionada pela crise ambiental que assola o planeta, surgiu a Tecnologia da Informação Verde (TI Verde), que engloba o conceito de eficiência - muito além da energética e que inclui até as relações trabalhistas - e que agora sai dos gabinetes dos CIOs e chega às salas de aulas.

A Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) foi uma das primeiras universidades brasileiras a incluir no seu currículo uma matérias específica para abordar TI Verde.

O coordenador do curso é Anselmo Lucas, formado em publicidade e com especialização em análise de sistemas, área em que trabalha há mais de 20 anos. Ele é autor do livro Green IT, baseado na sua pesquisa sobre o tema.

Em entrevista à Revista Sustentabilidade, Lucas disse que o conceito de TI verde é bastante amplo, passando pela produção, utilização, descarte de equipamentos eletrônicos, até a forma de contratação de funcionários pelas empresas, numa visão ética do negócio e do mundo em todos os aspectos, inclusive na contratação da mão de obra altamente especializada (que o setor necessita mas, muitas vezes, é terceirizada sem direitos sociais).
"Fazer contratações com o objetivo de burlar a lei e pagar menos impostos é deixar de ser ético", disse. "O TI Verde combate a falta de ética."

Leia a abaixo os principais trechos da entrevista:

Revista Sustentabilidade: O que é tecnologia da informação verde?
Anselmo Lucas: TI Verde é um movimento internacional que tem o objetivo de minimizar os impactos prejudiciais ao planeta causados pelas tecnologias em geral. Durante muito tempo, predominou a ideia de que a tecnologia era algo limpo, que não causava danos ao meio ambiente. Mas alguns estudos mostraram que a coisa não é bem assim
Por exemplo: hoje, a indústria de TI - computadores, eletrônicos - emite a mesma quantidade de CO2 na atmosfera que os aviões. A produção de computadores causa uma séries de danos, como alta emissão de gás carbônico e geração de resíduos, além do consumo de água e matérias primas. Para se produzir um computador, gasta-se uma energia muito superior a que o computador vai consumir durante o período de vida útil.

RS: Qual é o papel do TI Verde neste processo?
Lucas: A ideia é pegar conceitos de responsabilidade socioambiental e trazer para a área de tecnologia. O objetivo da TI Verde é minimizar os impactos das tecnologias de uma maneira ampla, tanto na produção quanto no uso e no descarte dos equipamentos. E também promover a inclusão digital.
Hoje em dia, a China, a Índia, o Afeganistão, os países da África recebem o lixo eletrônico de outras nações, as chamados desenvolvidas. Nos países receptores, você encontrará cidades literalmente submersas no lixo eletrônico.

RS: O Brasil recebe este lixo também?
Lucas: Hoje não é possível afirmar que o Brasil não sofra do mesmo problema. Infelizmente, não existe nenhum trabalho de investigação que mostre o contrário. Em algumas cidades na Índia, por exemplo, é possível encontrar crianças trabalhando na manufatura de lixo eletrônico, e como neste tipo de resíduo você encontra uma série de metais tóxicos e preciosos, como ouro e prata, as pessoas tentam extrair este material de uma maneira artesanal e rústica, sem uso de qualquer tipo de equipamentos de segurança. Crianças derretem placas sob fogareiros para facilitar a separação dos elementos, inalando a fumaça tóxica que é emitida. Para tirar os cobres dos cabos, eles queimam o plástico, o que gera uma fumaça tóxica e prejudicial às pessoas e o meio ambiente. A água da chuva sobre os eletrônicos gera um caldo tóxico, que acaba indo para o solo, contaminado o lençol freático e rios. A reciclagem muitas vezes é feita de uma maneira inadequada por falta de regulamentação.

RS: O que significa a técnica de virtualização?
Lucas: É um aspecto da TI Verde que busca aumentar o tempo de uso dos equipamentos. Hoje, troca-se os equipamentos de computação a cada três anos. A virtualização proporciona um aumento do tempo de obsolescência, ou seja, em vez de usar o equipamento por três anos, você o utiliza por até nove anos.

RS: Como ela funciona?
Lucas: Utiliza-se um computador (servidor) "mais possante", com vários processadores. Os PCs ligados a este servidor transformam-se apenas em terminais, como um dispositivos de entrada de dados. O processamento é feito no servidor. Antigamente, não existia processamento local nos terminais, era tudo feito no servidor, o mainframe. Com isto, consegue-se elevar a vida útil dos computadores antigos, já que não precisam ser tão sofisticados. Com uma rede virtualizada, você consegue trabalhar com computadores antigos por oito, nove anos. Outro aspecto da virtualização é a criação de servidores lógicos dentro de um servidor convencional. Dessa forma, um único servidor físico pode ter vários servidores lógicos trabalhando de forma independente. Essa técnica reduz a necessidade de compra de novos equipamentos, além de uma grande economia de espaço físico nos data centers.

RS: Isto seria uma reutilização dos computadores antigos?
Lucas: Exatamente, tenta-se reutilizá-los. A TI Verde, além de tentar prolongar o tempo de vida útil do equipamento, também auxilia no processo de doação. Algumas empresas doam os equipamentos antigos, mas isso não fará muito sentido, pois as pessoas não conseguirão executar a maioria dos programas existentes hoje em dia. A partir de uma rede virtualizada, estes computadores mais antigos poderão ser utilizados de uma maneira bem razoável.

RS: Existe alguma restrição para a virtualização?
Lucas: Existe para a área gráfica, exibição de filmes e fotos. Mas, basicamente, é possível fazer tudo que um PC normal faria, como utilizar um editor de texto, planilha eletrônica e sistemas de contabilidade, que é o que a maioria das pessoas trabalham em 90% do tempo.
Eu sou de uma época onde, ao se quebrar um aparelho eletrônico, as pessoas levavam o equipamento para o conserto. Hoje em dia, é mais barato comprar um novo do que consertar. Os eletrônicos são descartáveis. Não adianta doar um equipamento quebrado, e também não adianta só doar. É necessário capacitar a pessoa que irá recebê-lo, é necessário deixar o equipamento em condições mínimas de uso. A TI Verde se preocupa com todo este processo. Quando realmente precisar descartar o equipamento, deve-se fazer da forma mais adequada possível, diminuindo os impactos ao meio ambiente.

RS: Quais as vantagens do ti verde para as empresas?
Lucas: O conceito base de TI Verde é minimizar os impactos que as tecnologias causam ao planeta. Existe uma falsa ilusão de que a TI Verde trata apenas de ações de eficiência energética, talvez pelo foco dado pelos fabricantes de computadores. É logico que o índice de economia de energia está vinculado ao processo e às práticas, mas não é só isto. Um dado importante sobre os benefícios econômicos é que as empresas conseguem economizar até 30 % de todas as suas despesas com tecnologia. Em um momento de crise mundial, uma situação como esta é uma aliada na redução de custos com energia elétrica e aumento da vida útil. Quando se vende menos, as empresas, para manterem a sua lucratividade, precisam economizar, e nesse aspecto a TI Verde é uma prática interessante. Além disso, outro ganho importante é o da imagem junto aos clientes e a população em geral. A empresa mostra à sociedade que está preocupada com as questões sociais, em causar menos impactos ambientais e em promover a inclusão digital. Não adianta só falarem de projetos socioambientais, elas têm que provar através de ações. TI Verde é uma destas ações.
RS: Qual é o papel dos softwares no TI verde?
Lucas: Os softwares também precisam se adequar ao TI Verde. Antigamente, os computadores rodavam sistemas de conta corrente, faturamento, contas a pagar, com a capacidade de processamento que, hoje em dia, encontramos em telefones celulares. Hoje, os softwares, de maneira geral, exigem cada vez mais processamento dos computadores, forçando consumidores a fazer mais trocas de equipamentos. A cada nova versão de sistemas operacionais é necessário atualizar o hardware. A indústria de software também precisa perceber que deve ser mais eficiente. Ela precisa criar seus aplicativos de modo a utilizar menos recursos de hardware. Hoje em dia não há esta preocupação, não há limite. Precisa-se repensar este processo.
RS: Sobre o movimento cloud computing, existe alguma ligação com a TI Verde?
Lucas: A idéia do cloud computing é, justamente, utilizar software com menor consumo de hardware e com equipamentos menos complexos. Hoje em dia, quando você quer ter um editor de texto, você tem que comprá-lo. Para usar o Word 2007, por exemplo, é necessário um equipamento melhor do que o seu antecessor, o Word XP. É necessário também mais memória e melhor processamento. O cloud computing trabalha com outro conceito. A ideia é que não é necessário o uso de um computador muito complexo para utilizar o editor de texto ou planilha eletrônica. Os arquivos não precisam estar gravados localmente, o arquivo pode ficar em algum lugar na internet, em servidores que podem estar na Finlândia, Brasil ou em qualquer outro lugar. De um simples celular você pode acessar, e não precisa se preocupar com o armazenamento de arquivos e nem com backups. É mais ou menos o que acontece com as caixas de e-mails. As mensagens podem ser armazenadas em seu computador pessoal ou nos servidores do provedor. E, outro detalhe, não existe a preocupação de comprar um editor de texto, uma planilha eletrônica. No cloud computing, o valor pago ao provedor já contempla o uso de editores de texto ou planilhas eletrônicas, a licença não é necessária.

RS: E isto também aumentaria a vida útil do computador?
Lucas: Sim. Desta forma, o editor de texto, que ficaria no provedor, exigiria menos recursos do seu computador. As pessoas poderiam ficar mais tempo com seus computadores, sem se preocupar em trocá-los. É o contrário do que vem acontecendo: cada versão nova de software exige computadores mais avançados.
De um simples celular, as pessoas poderiam acessar seus arquivos sem se preocupar se terão ou não memória suficiente.

Revista Sustentabilidade: Qual é o futuro do TI Verde no Brasil?
Anselmo Lucas: Em breve, acontecerá o que chamamos de convergência, que é a junção computador, TV, rádio, Internet, telefone, tudo em um só dispositivo. Há alguns anos atrás, todos pensavam que esse dispositivo seria o notebook, mas não, é o celular. Não tem como ter grandes processadores no celular, tem que ser coisas simples. Por mais que se invista em tecnologia, o celular é o dispositivo mais simples, até por causa do tamanho. Eu imagino que ele vai se tornar cada vez mais importante. Eu acho que chegará um momento que ninguém terá o computador, desktop tradicional. O celular não poderá "rodar" softwares de grande necessidade de processamento. Existirão softwares mais simples, para usar no dia-a-dia. Já temos cidades, como Brasília, em que existem mais de um celular por habitante. Rio de Janeiro e São Paulo também estão indo por este caminho, ao passo que o computador está muito distante de atingir o mesmo índice de distribuição entre a população. Eu acho que o futuro é cloud computing.

RS: Qual é o papel do usuário neste processo?
Lucas: O usuário será o fiel da balança. Ele está sendo testado a todo momento. Cada nova tecnologia precisa ter sua aprovação. Se o usuário achar uma tecnologia complicada e não se interessar, o fabricante terá que achar outra. Eu acredito que os celulares serão o futuro da computação de uma maneira geral, para uso doméstico. Lembra do seriado Jornada nas Estrelas? Eles tinham o dispositivo do tamanho de um celular que fazia tudo.

RS: Na sua opinião, quais seriam as Questões mais polêmicas sobre a área de tecnologia?
Lucas: Um aspecto polêmico em TI Verde, acredito, é a contratação de consultores. As empresas querem economizar com mão de obra e, assim, não querem contratar funcionários. Então, chamam as consultorias. Estas, por sua vez, não contratam seus programadores como funcionários, mas sim como empresas. É, basicamente, um mero dispositivo para pagar menos impostos e burlar as leis trabalhistas. A TI Verde combate este tipo de ação. A população, de uma maneira geral ,é lesada por este tipo de atitude. Este programador, no futuro, não terá direito à aposentadoria e uma série de outros benefícios, e isto já ocorre há mais de 20 anos no Brasil. Qual será o final deste pessoal? Um dos conceitos da responsabilidade socioambiental é ser ético. Fazer contratações com o objetivo de burlar a lei e pagar menos impostos é deixar de ser ético. A TI Verde combate a falta de ética.

luni, iunie 05, 2006

CIHEAM, Zaragoza (España): Curso Trazabilidad de productos cárnicos - Sistemas y técnicas

Curso Avanzado

TRAZABILIDAD DE PRODUCTOS CÁRNICOS: SISTEMAS Y TÉCNICAS

Zaragoza (España), 11-15 diciembre 2006

Objetivo del curso

La trazabilidad es un término que apareció en 1996, respondiendo a las exigencias de los consumidores, quienes se implicaron fuertemente a raíz de las crisis sanitarias que ocurrieron en Europa y del impacto de la EEB en los distintos países. Actualmente la trazabilidad es una responsabilidad compartida en toda la cadena de producción cárnica, desde el origen hasta el consumo final.
La trazabilidad mejora el seguimiento y la transparencia del origen y los movimientos de los animales y productos cárnicos, como consecuencia de la creciente preocupación sobre sanidad y bienestar animal, salud pública y confianza de los consumidores.
La trazabilidad es compleja y requiere una revisión de las herramientas técnicas que deben utilizarse. Su impacto es también social y económico. A fin de ser operativa, la trazabilidad requiere un compromiso y adhesión de los distintos agentes que intervienen en el sector ganadero, conllevando cambios en la actitud y los hábitos de manejo de los operadores. Estos esfuerzos adicionales de los agentes de cada estamento del sector ganadero deben combinarse con la implementación, dentro de cada país, de una organización capacitada para la gestión y seguimiento de dicha trazabilidad. Igualmente debe generarse una reglamentación que recoja las reglas generales de la trazabilidad con las obligaciones de los distintos agentes que intervienen y las posibles sanciones en caso de fallo o mal funcionamiento en la gestión de dicha trazabilidad de animales o productos. La trazabilidad mejora la imagen y la caracterización de los productos, y por tanto favorece la comercialización de los animales y sus productos, así como la comunicación con los consumidores.
Este curso tiene como objetivo presentar los componentes de la trazabilidad, analizar cómo establecer los sistemas de trazabilidad en distintas especies desde el animal hasta el producto vendido a los consumidores. Se expondrá y examinará la reglamentación más reciente sobre trazabilidad, así como los aspectos económicos de la implementación de esta trazabilidad y sus repercusiones para los sectores vacuno, ovino, caprino, porcino y avícola, sobre la base de ejemplos existentes en diferentes países.

Organización

El curso se celebrará en el Instituto Agronómico Mediterráneo de Zaragoza (IAMZ) del Centro Internacional de Altos Estudios Agronómicos Mediterráneos (CIHEAM), con profesorado de reconocida experiencia, procedente de empresas, universidades, centros de investigación y servicios de la administración de diferentes países y de organismos internacionales.
El curso tendrá una duración de 1 semana y se desarrollará, en horario de mañana y tarde, del 11 al 15 de diciembre de 2006.

Admisión

El curso está previsto para un máximo de 25 profesionales con titulación universitaria superior y directamente implicados en la temática del curso.
Dada la diversa nacionalidad de los conferenciantes, en la selección de candidatos se valorarán los conocimientos de inglés y francés que, junto con el español, serán los idiomas de trabajo. No obstante, si se considera necesario, el IAMZ facilitará la interpretación simultánea de las conferencias.

Inscripción
Las solicitudes deberán cursarse a:
Instituto Agronómico Mediterráneo de Zaragoza
Apartado 202, 50080 Zaragoza (España)
Tel.: +34 976 716000 - Fax: +34 976 716001
e-mail: iamz@iamz.ciheam.org
Web: www.iamz.ciheam.org

Junto con el formulario de inscripción, deberá adjuntarse el curriculum vitae detallado, en el que figure, debidamente acreditado, titulación, experiencia, actividades profesionales, conocimiento de idiomas y motivo por el cual se desea realizar el curso.

El plazo de admisión de solicitudes finaliza el 22 de septiembre de 2006.

Los candidatos que no puedan presentar sus expedientes completos al efectuar la solicitud, o que deban obtener autorización previa para participar en el curso, podrán ser admitidos a título provisional.
Los derechos de inscripción ascienden a 400 euros. Este importe incluye exclusivamente los gastos de enseñanza.

Becas

Los candidatos de países miembros del CIHEAM (Albania, Argelia, Egipto, España, Francia, Grecia, Italia, Líbano, Malta, Marruecos, Portugal, Túnez y Turquía) podrán solicitar becas que cubran los derechos de inscripción, así como becas que cubran los gastos de viaje y de estancia en la Residencia del Campus de Aula Dei en régimen de pensión completa.

Los candidatos de otros países interesados en disponer de financiación deberán solicitarla directamente a otras instituciones nacionales o internacionales.

Programa

1. Definición, interés y aspectos económicos de la trazabilidad (2 horas)

2. Identificación electrónica y genética molecular como herramientas de trazabilidad (3 horas)

3. Puntos críticos, procedimientos e implantación de la trazabilidad según la especie y el sistema de producción (6 horas)

a. Vacuno, ovino y caprino

b. Porcino

c. Aves

3.1. Identificación de la ubicación de los animales

3.2. Identificación de los animales

3.3. Gestión de los movimientos de los animales

3.4. Identificación de la ubicación del producto

3.5. Identificación de los productos

3.6. Gestión de los movimientos de los productos

3.7. Gestión y control de la trazabilidad

3.8. Puntos críticos

4. Reglamentación (2 horas)

4.1. Reglamentación de la Unión Europea

4.2. Reglamentación complementaria

5. Ejemplos de aplicaciones de sistemas de trazabilidad (9 horas)

5.1. Vacuno

5.2. Ovino y caprino

5.3. Aves

5.4. Empresa de trazabilidad

5.5. Empresa de alimentos para el ganado

5.6. Productos transformados

6. Trazabilidad desde la perspectiva del minorista (1 hora)

7. Trazabilidad desde la perspectiva del consumidor (1 hora)

8. Mesa redonda: Economía de la trazabilidad (2 horas)

9. Visitas técnicas

9.1. Matadero y planta de transformación

9.2. Unidad de engorde de corderos

Véase también: Formulario de inscripción

miercuri, februarie 15, 2006

BAEZA (España) Curso sobre "El comercio exterior en el sector de los aceites de oliva" (marzo-mayo de 2006)

Información sobre el curso:
Uno de los rasgos que ha caracterizado la evolución del sector de los aceites de oliva en los últimos años ha sido el incremento de la producción de aceites de oliva, consecuencia tanto de la incorporación de las mejores técnicas en el campo y en el sector transformador, sobre todo el regadío, como del aumento de la superficie de olivar. Este incremento del volumen producido ha venido acompañado de un ligero incremento en la demanda interna, por lo que el sector exterior ha resultado determinante en el mantenimiento de unos niveles de precios aceptables para los productores.
No obstante, la mayoría de las ventas exteriores –exportaciones o transacciones intracomunitarias- se sigue realizando a granel, fundamentalmente a Italia, perdiéndose con ello valor añadido así como la posibilidad de generar una cultura de comercio exterior profesionalizada. En este contexto se enmarca el curso propuesto, con el que pretendemos que los alumnos adquieran un conocimiento riguroso de los mecanismos jurídicos y económicos por los que se rigen los mercados internacionales, contribuyendo de este modo a la mayor profesionalización del sector, algo que viene a constituir, como es bien sabido, uno de sus grandes retos. De forma más detallada, se pretende que los asistentes al curso se formen en temáticas diversas, pero complementarias, tales como los elementos estructurales del comercio exterior, las diferentes estrategias empresariales, la contratación internacional, los medios de pago o la resolución extrajudicial de controversias.
Por otra parte, debe anotarse que este curso se incardina en la línea formativa que, desde hace ya algunos años, la UNIA viene desarrollando en materia oleícola, como respuesta natural a una creciente demanda en este tipo de materias proveniente del propio sector oleícola. Pensemos no sólo que estas actividades se nutren esencialmente de profesionales de este ámbito productivo, que además valoran positivamente sus contenidos, sino también en la colaboración prestada por diversas instituciones públicas.
El curso se impartirá en la Sede Antonio Machado (Baeza) de la Universidad Internacional de Andalucía con el siguiente horario:

- Viernes: de 16 a 21 horas.

- Sábado: de 9 a 14 horas.

El curso tendrá lugar los días 3, 4, 10, 11, 17, 18, 24, 25 y 31 de marzo; 1, 21, 22, 28 y 29 de abril; 5, 6, 12, 13, 19 y 20 de mayo de 2006.
El curso va principalmente dirigido a: estudiantes, diplomados y licenciados universitarios, preferentemente en Derecho, Economía, Administración y Dirección de Empresas, Gestión y Administración Pública, así como a profesionales que desempeñen tareas de gestión y/o administración de empresas oleícolas.

Para más información: V.Gallego@unia.es

marți, iulie 12, 2005

MBA EM DIREITO AGRÁRIO: GESTÃO EMPRESARIAL

O CURSO
O “MBA em Direito Agrário: gestão empresarial” foi concebido para proporcionar uma visão integrada dos diferentes aspectos da gestão da propriedade rural e do agronegócio na perspectiva do Direito Agrário.
O objetivo do programa é qualificar profissionais para gerir com competência atividades relacionadas ao Direito Agrário, nas esferas pública e privada, bem como analisar, interpretar e aplicar a legislação específica.
O curso aborda não apenas questões relacionadas à propriedade e à reforma agrária, mas também temas contemporâneos emergentes, tais como: Direito Internacional do Comércio de Produtos Agropecuários (Mercosul, Comunidade Européia e OMC); Organismos Geneticamente Modificados, Patentes, Royalties e Biossegurança; aspectos legais relacionados às fontes alternativas de energia (incluindo o biodiesel e a biomassa); e mercado futuro agropecuário e operações de hedge.
O curso contempla ainda, em profundidade, aspectos tributários ligados ao Direito Agrário (tributos ambientais, fundiários e imposto de renda) e um módulo específico sobre Direito Ambiental. Nesse último aspecto, além da Política Nacional do Meio Ambiente são abordados temas como a gestão dos recursos hídricos, as aplicações do Código Florestal e a tutela administrativa, civil e penal do ambiente.
PÚBLICO-ALVO
Advogados, administradores, economistas, profissionais das áreas de ciências agrárias, ciências biológicas e engenharias que atuam nas esferas pública e privada, e aos demais portadores de diploma de curso superior que tenham interesse em auferir conhecimentos específicos na área do Dreito Agrário e Ambiental.
DURAÇÃO E CARGA HORÁRIA
O curso tem duração de 24 (vinte e quatro) meses, divididos em 4 (quatro) módulos de 6 (seis) meses cada um. A carga horária total é de 480 horas-aula presenciais (50 minutos a hora-aula), não computado o tempo reservado a estudo individual ou em grupo e o reservado para a elaboração de monografia (requisito obrigatório para a certificação).
PERÍODO
Início: 12 de Agosto de 2005 - Término: 30 de Junho de 2007
HORÁRIO DAS AULAS
Sextas-feiras das 19h00 às 22h35. Sábados das 7h30 às 11h05 e das 13h00 às 16h35. A periodicidade dos encontros é definida em calendário próprio de cada turma.
LOCAL DAS AULAS
Centro Universitário de Campo Grande – UNAES
Av. Fernando Corrêa da Costa, n. 1800
Campo Grande – MS
FREQÜÊNCIA E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Para ser considerado aprovado, o aluno deve apresentar pelo menos 75% (setenta e cinco por cento) de freqüência e média igual ou superior a 7,0 (sete inteiros) em cada disciplina do curso. Não é aceita a compensação de faltas em aulas presenciais por meio de apresentação de trabalhos de qualquer natureza. As avaliações são realizadas por meio de atividades específicas de cada disciplina, definidas pelo docente responsável, e podem incluir provas escritas e orais, trabalhos escritos, exercícios de fixação e apresentação de seminários, entre outras.
MONOGRAFIA
A elaboração e a apresentação de monografia, de forma individual, constitui-se requerimento parcial para a certificação. A monografia deve ser apresentada perante banca examinadora no prazo máximo de três meses após o término dos créditos de disciplinas. É exigida a nota mínima de 7,0 (sete inteiros) para o aluno ser considerado aprovado. O aluno deverá estar aprovado em todas as disciplinas do curso para elaborar e apresentar a monografia.
COMPONENTES CURRICULARES
Módulo I: Teoria Geral do Direito Agrário
Introdução ao Direito Agrário
Direito Agrário no ordenamento jurídico nacional e internacional
Direito Agrário e Propriedade I
Metodologia do Projeto de Pesquisa I
Módulo II: Direito Agrário Aplicado
Direito Agrário e Propriedade II
Reforma Agrária
Direito Agrário e Tributação
Metodologia do Projeto de Pesquisa II
Módulo III: Direito Agrário Empresarial: Agronegócio
Direito Agrário e Pessoa Jurídica
Mercado futuro e de opções no Brasil
Fontes alternativas de energia e agricultura
Metodologia do Projeto de Pesquisa III
Módulo IV: Direito Ambiental e Agronegócio
Introdução ao Direito do Ambiente
O Ambiente
Tutela administrativa, civil e penal do ambiente
INSCRIÇÕES
Documentos necessários:
Ficha de inscrição devidamente preenchida*
Fotocópia autenticada do diploma ou certificado de conclusão de curso superior
Focotópia da Certidão de Nascimento (para solteiros/as) ou de casamento (para casados/as)
Fotocópia da cédula de identidade
Fotocópia de um comprovante de residência (conta de água, luz ou telefone)
1 foto 3 x 4 recente
Currículo resumido
Comprovante de pagamento da taxa de inscrição: R$ 150,00 *
* Formulários disponíveis em: http://www.unaes.br
As inscrições podem ser feitas pessoalmente na Secretaria de Controle Acadêmico da Pós-Graduação, na UNAES, ou por meio de remessada da documentação acima mencionada, via correio, para o seguinte endereço:
UNAES – Secretaria de Controle Acadêmico da Pós-Graduação
Av. Fernando Corrêa da Costa, 1.800 – Térreo
79.004-311, Campo Grande – MS
IMPORTANTE:
1) Só serão aceitas inscrições com a documentação completa.
2) A taxa de inscrição não será devolvida em nenhuma hipótese, exceto no caso do não oferecimento do curso.
INVESTIMENTO
R$ 485,00 (quatrocentos e oitenta e cinco reais) mensais, em quatro módulos de seis meses cada um, totalizando 24 parcelas.
CORPO DOCENTE
Augusto Ribeiro Garcia
Advogado, Doutor em Direito Agrário pela USP, consultor do Centro de Estudos Agrícolas da Fundação Getúlio Vargas (RJ). Colaborador permanente das revistas Globo Rural, DBO Rural e do Jornal O Estado de S. Paulo. Membro efetivo do Instituto Paulista de Direito Agrário, da Associação Brasileira de Direito Agrário, da Associação Brasileira de Advogados Ambientalistas, e da Unione Mondiale degli Agraristi Universitaire – UMAU (Itália).
Ivete Senise Ferreira
Livre-Docente pela USP, professora universitária, coordenadora da comissão de exame da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção de São Paulo.
José Eduardo Ramos Rodrigues
Advogado da Fundação Florestal do Estado de São Paulo, Mestre em Direito pela USP e professor de direito ambiental da Uninove em São Paulo. Diretor da Associação Brasileira de Professores de Direito Ambiental, membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS).
Lucas Abreu Barroso
Mestre em Direito Agrário pela Universidade Federal de Goiás, Doutor em Direito pela PUC/SP, autor de vários trabalhos e publicações.
Manuel David Masseno
Professor da Área de Ciência do Direito do Instituto Politécnico de Beja – Portugal. Membro da Academy of Legal Studies in Business, da União Mundial dos Agraristas Universitários (pelo Direito Agrário e o Direito da Alimentação) e do Comitê Europeu de Direito Rural. Autor de vários trabalhos na área de Direito Agrário e Direito da Alimentação, publicados em vários países.